A família é a prova viva
São mensagens gravadas no tempo
Eternizados em berços e leitos
Código da Vida que se propaga
Reembaralha e deixa sua marca
O meu ser é o mesmo de antes
Do dois me veio o um
De um me veio o Nada
E com o Nada me torno Um
O DNA se reestrutura e deixa sua marca. Com a junção de quatro frequências base, cria a Vida e um ser humano. As combinações são milhões, trilhões e incontáveis.
E a Vida trata de se proliferar.
No Tao se diz que do Vazio Absoluto veio o Um, e do Um veio o Dois. Que por fim, deu origem a origem dos Dez Mil Seres, ou o tudo.
E quando paramos para analisar , é assim também com a nossa vida! Humana e pessoal.
Da união de dois seres se cria uma vida, uma existência singular. E nessa singularidade se entra em contato com as Dez Mil cores da vida.
No final dessa singularidade material, vem a morte. Que seria uma das representações do Nada.
E do 0 vem o Um, que dobra e se multiplica infinitamente.
E esses infinitos são únicos.
Trazendo a tona a verdade que mostra que é conectado e interligado...
E o Um é Dois, que é Zero...
Saturday, December 28, 2013
Monday, December 23, 2013
Lembranças Passadas...
É que as palavras as vezes voltam
E me remetem a ideias passadas
Passados distintos
Caminhos opostos
O caminho é Divino
Profano
Insano
A Vida é completa
Complexa em simples momentos
Momentos não únicos
Conectados e somados
O fluxo é constante
A mente organizante
E a Vida
Completa
E me remetem a ideias passadas
Passados distintos
Caminhos opostos
O caminho é Divino
Profano
Insano
A Vida é completa
Complexa em simples momentos
Momentos não únicos
Conectados e somados
O fluxo é constante
A mente organizante
E a Vida
Completa
Monday, December 9, 2013
Segredos cor de ouro
Conte me teus segredos
Ensinamentos cor de ouro
Seiva sagrada prestes a adormecer
A beleza do teu sono me cativa
Sua saída me fascina
Desce para Terra
Descansa tua alma bela
O inverno já vem
Época de morte programada
Morte congelada
Mas digo morte sem pena
Morte sem medo
Vejo a beleza nessa morte
Morte que na primavera renasce
Phoenix Sagrada
Exemplo de Vida
Vida exprimida
Arte esculpida em cada folha
Em cada caída
Ensinamentos cor de ouro
Seiva sagrada prestes a adormecer
A beleza do teu sono me cativa
Sua saída me fascina
Desce para Terra
Descansa tua alma bela
O inverno já vem
Época de morte programada
Morte congelada
Mas digo morte sem pena
Morte sem medo
Vejo a beleza nessa morte
Morte que na primavera renasce
Phoenix Sagrada
Exemplo de Vida
Vida exprimida
Arte esculpida em cada folha
Em cada caída
Thursday, December 5, 2013
Lua...
Como es tão bela
Tua beleza captura
Me fascina e leva altura
Um olhar de ruptura
Celestial escultura
O teu brilho me dá forças
Feminino o seu girar
Que me faz acordar
Me lembrar
Embelezar
Como um beijo de menina
Sabedoria ansiã
Mostra o ciclo da Vida
28 é a nossa mãe
Irmã sempre esforçada
Espelhada e idolatrada
Pedaço de onde eu vim
Também faz parte de mim
Tua beleza captura
Me fascina e leva altura
Um olhar de ruptura
Celestial escultura
O teu brilho me dá forças
Feminino o seu girar
Que me faz acordar
Me lembrar
Embelezar
Como um beijo de menina
Sabedoria ansiã
Mostra o ciclo da Vida
28 é a nossa mãe
Irmã sempre esforçada
Espelhada e idolatrada
Pedaço de onde eu vim
Também faz parte de mim
Wednesday, December 4, 2013
Para toda Mulher
Sem pressa ela atravessa
A ponte da Vida
Uma mulher
Uma menina garota
Andando com os próprios pés
Desafios da Vida são tijolos da base
A vitoria da vida está na alegria
Na lembrança de um passo firme
Da montanha gigante
Mas gigante é a força
A vontade e o coração
A ponte da Vida
Uma mulher
Uma menina garota
Andando com os próprios pés
Desafios da Vida são tijolos da base
A vitoria da vida está na alegria
Na lembrança de um passo firme
Da montanha gigante
Mas gigante é a força
A vontade e o coração
Que me vem são as mesmas das outras
Não sei mais o que dizer
Se esse vazio no fundo do peito é inexpressível
Eu não sei. Na verdade duvido.
A possibilidade de sintonização é sempre presente
Mas e dai que repito o que digo?
E dai que as palavras são as mesmas?
Se o que digo é sincero e digno
Se o que digo é da alma e do umbigo
Soa bem ao ouvido
E dai que repito o que digo?
Nada haver essa caminhada
Um cavalgada sem fim, sem fim
Uma luta constante
Quero viver e respirar
Quero me perguntar
Onde está? Sei lá
Meus olhos se fecham de uma resposta
De uma sonora volta
De uma frequência inteira
Que bate e revolta
Revolta o momento
Te deixa inquieto
Me diz o que quero! Não sei, não sei
Sei que já disse
Em outro sentindo
Talvez esse é o grito...
O gemido, o sorriso
O gozo da festa, da alma e da besta
Da carne a avessa e do espirito também
Dos sentidos
Norte e Sul, cima e baixo, centro nu
Essas palavras são comovidas de dentro
Jogadas ao vento, sem tempo
Não sei mais o que dizer
Se esse vazio no fundo do peito é inexpressível
Eu não sei. Na verdade duvido.
A possibilidade de sintonização é sempre presente
Mas e dai que repito o que digo?
E dai que as palavras são as mesmas?
Se o que digo é sincero e digno
Se o que digo é da alma e do umbigo
Soa bem ao ouvido
E dai que repito o que digo?
Nada haver essa caminhada
Um cavalgada sem fim, sem fim
Uma luta constante
Quero viver e respirar
Quero me perguntar
Onde está? Sei lá
Meus olhos se fecham de uma resposta
De uma sonora volta
De uma frequência inteira
Que bate e revolta
Revolta o momento
Te deixa inquieto
Me diz o que quero! Não sei, não sei
Sei que já disse
Em outro sentindo
Talvez esse é o grito...
O gemido, o sorriso
O gozo da festa, da alma e da besta
Da carne a avessa e do espirito também
Dos sentidos
Norte e Sul, cima e baixo, centro nu
Essas palavras são comovidas de dentro
Jogadas ao vento, sem tempo
Vazio...
E o Vazio toma conta
Quando questiona
Perde
Mas o Vazio não pede
Chega e há
Vem pra cá
Nãp pergunta
Rapaz
Já tá tudo misturado
Perguntado
Respondido
O Vazio permance
Quando questiona
Perde
Mas o Vazio não pede
Chega e há
Vem pra cá
Nãp pergunta
Rapaz
Já tá tudo misturado
Perguntado
Respondido
O Vazio permance
Subscribe to:
Posts (Atom)
